sexta-feira, 1 de abril de 2011
ROTA DOS MOINHOS DE VENTO DA SERRA DA ARRÁBIDA
No próximo Domingo, dia 3 de Abril, a CACAV vai organizar uma actividade de "Ar Livre", com um percurso a pé pela Rota dos Moinhos de Vento da Serra da Arrábida. O local de partida é junto ao Coreto de Alhos Vedros pelas 10,00 Horas, com deslocação até Palmela de automóvel e concentração junto ao Miradouro (próximo do restaurante "Retiro Azul"), iniciando-se aí o percurso a pé pela Rota dos Moinhos de Vento da Serra da Arrábida.
Pelas 13,00 horas, almoço num restaurante situado na Estrada da Quinta do Anjo.
Depois do almoço é o regresso a casa.
Aguardamos pela vossa presença.
CACAV. Círculo de Animação Cultural de Alhos Vedros
Foto: Wolf38 (CanalFotografia)
segunda-feira, 28 de março de 2011
"Antes de Amanhecer". Cinema na Casa Amarela
Depois do seu adiamento por razões de programação, é hoje, Segunda feira, dia 28 de Março pelas 21,30 horas, que vai ser exibido na Casa Amarela o filme "Antes de Amanhecer", realizado por Richard Linklater. Pelas características do filme e pela sua história, é de facto um filme que se recomenda.Pela CACAV
A Coordenadora da Programação da
Casa Amarela/Escola Aberta Agostinho da Silva
Resumo do filme:
"ANTES DE AMANHECER é um filme que emociona, talvez pela forma como ele consegue ser paradoxalmente romântico e ao mesmo tempo, realista. Jesse (Ethan Hawke) e Céline (Julie Delpy) conhecem-se num comboio a caminho de Paris. Ela, uma francesa regressando da casa da avó, ele, um americano em férias. Ambos são jovens, idealistas e sonhadores, mas ao mesmo tempo são cépticos e críticos. Após algumas poucas palavras trocadas, Jesse convida Céline a descerem em Viena e passarem o dia juntos. Pensando no roteiro do filme, isso pode ser apenas um pretexto para que, durante o tour na cidade, possam ser discutidos, temas como os relacionamentos modernos, destino, sexo, livre arbítrio. E ao mesmo tempo tramar todo o envolvimento da história (e o carisma) das personagens principais. No final, eles se despedem na estação de comboios, pois Jesse precisa voltar para os Estados Unidos e Céline para Paris, mas, mesmo sem trocarem telefone ou sobrenome, prometem encontrar-se seis meses depois na mesma estação. O final aberto seria uma espécie de “teste” para o espectador: Os românticos acreditariam que os dois se reencontraram e viveram felizes para sempre. Os cépticos, que nada mais aconteceu. E, finalmente, há os que até hoje estão em dúvida. ANTES DE AMANHECER é um filme tocante pelo modo como ele consegue falar de amor sem ser piegas, discutir as relações modernas sem ser enfadonho, e todo o clima poético que permeia cada cena do filme"
quinta-feira, 17 de março de 2011
Saudação à Primavera. 25º Aniversário da CACAV

Integrado nas Comemorações do 25º Aniversário da CACAV. Círculo de Animação Cultural de Alhos Vedros, vai comemorar-se no próximo Domingo, dia 20 de Março pelas 15,00 horas no Parque das Salinas de Alhos Vedros, a "Saudação à Primavera", onde num encontro ao ar livre vamos conviver e festejar a Natureza.Pelas 16,00 horas, a tarde será animada com um concerto ao som do Didgeridoo pelo Grupo "Som da Terra", que nos vai despertar e reencontrar a sabedoria ancestral que vive em cada um de nós, através do som e da sua vibração.
Contamos com a vossa presença.
A direcção da
CACAV. Círculo de Animação Cultural de Alhos Vedros
terça-feira, 15 de março de 2011
À Conversa com... Maribel Sobreira. Sobre Urbanismo e Qualidade de Vida". Na Casa Amarela
Pelo o interesse de que se reveste este tema, aguardamos pela vossa presença, na companhia de outros amigos.
Pela direcção da CACAV
A Coordenadora da Programação da Casa Amarela/Escola Aberta Agostinho da Silva
"Cada indivíduo faz a sua própria leitura visual da paisagem que o envolve, levando consigo as memórias espaciais, construindo novas paisagens com essas mesmas memórias, apoderando-se do poder das analogias. Legitimando assim, a sua envolvência com o espaço vivido, dando sentido e vida ao espaço habitado, situando-se nesse lugar através de uma escolha existencial - estando de acordo com as nossas funções psicológicas da orientação e identificação com esse lugar - criando através do lirismo simbólico a ideia de espaço.
A Cidade, a Vila, o Lugar, essa casa que alberga a casa foi esquecida pelos seus usufruidores, demitiram-se dos seus deveres cívicos passando-o para o poder político. A apatia para sentir e perceber a cidade é notória no comportamentos que temos com ela, atitudes automáticas e mecanizadas que não nos levam aperceber e questionar que a Cidade, essa casa que alberga a casa, nos pertence de igual modo que ao poder autárquico.
É necessária uma nova consciência, uma (re) educação, um voltar à origem, onde o lugar era sentido e apreendido como propriedade colectiva, onde cada indivíduo “trabalha” para a concretização da sacralização da Cidade, do lugar que habita.
Porque "o mapa não é o território, (...) Sempre que o mapa é confundido com o território, instala-se no organismo uma perturbação semântica. A perturbação continua até serem reconhecidas as limitações do mapa"( Alfred Korzibsky), não o é porque o mapa nunca morre, não sofre de metamorfoses de multiculturização próprias do tecido territorial e não padece das dinâmicas de uma tridimensionalização que com a experienciação e vivência do valor e factor humano se dá a existência do território.
Ele é inerte, só se modifica quando o território sofre alterações próprias da sua dinâmica, por essência (território) não é estático e necessita que respire para que possa acontecer Cidade, espaço habitável e fluido mas tem que aprender a morrer, a se fazer luto do edificado dando lugar a novas coisas, novas dinâmicas...pensar Cidade é também pensar no luto, deixar morrer para que o território respire e volte a renascer... Mas de que forma?
A Cidade, a Vila, o Lugar, essa casa que alberga a casa foi esquecida pelos seus usufruidores, demitiram-se dos seus deveres cívicos passando-o para o poder político. A apatia para sentir e perceber a cidade é notória no comportamentos que temos com ela, atitudes automáticas e mecanizadas que não nos levam aperceber e questionar que a Cidade, essa casa que alberga a casa, nos pertence de igual modo que ao poder autárquico.
É necessária uma nova consciência, uma (re) educação, um voltar à origem, onde o lugar era sentido e apreendido como propriedade colectiva, onde cada indivíduo “trabalha” para a concretização da sacralização da Cidade, do lugar que habita.
Porque "o mapa não é o território, (...) Sempre que o mapa é confundido com o território, instala-se no organismo uma perturbação semântica. A perturbação continua até serem reconhecidas as limitações do mapa"( Alfred Korzibsky), não o é porque o mapa nunca morre, não sofre de metamorfoses de multiculturização próprias do tecido territorial e não padece das dinâmicas de uma tridimensionalização que com a experienciação e vivência do valor e factor humano se dá a existência do território.
Ele é inerte, só se modifica quando o território sofre alterações próprias da sua dinâmica, por essência (território) não é estático e necessita que respire para que possa acontecer Cidade, espaço habitável e fluido mas tem que aprender a morrer, a se fazer luto do edificado dando lugar a novas coisas, novas dinâmicas...pensar Cidade é também pensar no luto, deixar morrer para que o território respire e volte a renascer... Mas de que forma?
Urbanismo e Qualidade de Vida
Maribel Sobreira
Maribel Sobreira
Etiquetas:
"À Conversa com...Maribel Sobreira"
segunda-feira, 7 de março de 2011
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